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quarta-feira, 14 de março de 2018

Educação Moral e Cívica deverá voltar às salas de aula na capital do país


Lei foi aprovada na Câmara Legislativa
do DF e deve entrar em vigor em 2019



por 



O deputado distrital Raimundo Ribeiro, autor da lei - José Varella / O Globo


BRASÍLIA - Quase 25 anos depois de ser extinta por lei federal, a disciplina de Educação Moral e Cívica, instituída no país durante o Regime Militar deverá voltar às salas de aula no Distrito Federal. A matéria foi ressuscitada por lei aprovada na Câmara Legislativa local e deverá entrar em vigor já no ano letivo de 2019. O autor da lei, deputado distrital Raimundo Ribeiro (PPS), nega ter tido inspiração militar, mas na justificativa do projeto repete expressões inteiras do decreto-lei número 869, de 1969, época do governo do general Costa e Silva, um dos mais duros do regime.
Estão no texto do parlamentar, por exemplo, expressões como "o fortalecimento da unidade nacional e do sentimento de solidariedade humana", "aprimoramento do caráter, como apoio na moral, na dedicação à família e à comunidade" e "preparo do cidadão para o exercício das atividades cívicas, com fundamento na moral, no patriotismo e na ação construtiva, visando o bem comum". Todos esses trechos foram tirados integralmente do decreto militar. Em 1993, oito anos após o fim do regime, o presidente Itamar Franco revogou o decreto e acabou com a disciplina, por considerá-la desnecessária, incorporando o conteúdo de formação da cidadania às áreas de Ciências Humanas e Sociais.
— Não tive inspiração militar, sou professor e advogado da União. Não me baseei no decreto-lei, mas é claro que tudo me serviu como fonte de consulta, inclusive ele. Uma das coisas boas que os militares fizeram foi essa demonstração de amor à pátria — admite o deputado Ribeiro, argumentando que o ensino de Moral e Cívica foi indevidamente associado ao regime de exceção.
O governador Rodrigo Rollemberg (PSB) é contra a volta da disciplina e chegou a vetar o projeto aprovado na Câmara Legislativa. Mas os deputados distritais derrubaram o veto e ressuscitaram a Moral e Cívica, determinando inclusive a contratação e formação de professores especificamente para este fim. O texto diz que a lei deverá ser regulamentada em 120 dias. Mas o secretário de Educação do DF, Júlio Gregório, lamenta a criação da lei e diz que não há razão para a volta da disciplina:
— O projeto contraria o que se pretende para a Educação. A Moral e Cívica tem de permear todo o currículo, como já está previsto na lei de diretrizes da Educação, mas não na forma como está estabelecido na lei. É claro que os valores cívicos devem ser trabalhados, mas não precisamos de mais uma disciplina específica para isso. É uma maneira extremamente conservadora de interferir no currículo, uma visão completamente ultrapassada de como devemos construir os projetos pedagógicos atualmente.
O secretário pedirá à Procuradoria do Distrito Federal para questionar a constitucionalidade da lei na Justiça, sob o argumento de que os deputados criaram novas despesas sem indicar as fontes de custeio, o que é proibido. Ele também pretende que o Conselho de Educação vete a criação da disciplina:
— Imagina se cada deputado resolve criar uma disciplina? Dança, educação para o trânsito, uma quantidade imensa de assuntos. Como poderíamos administrar a Educação assim?
O professor Célio da Cunha, da Universidade Católica de Brasília, diz que a volta da Moral e Cívica vai trazer à tona a péssima memória do que foi a educação brasileira durante a ditadura militar. Mas o deputado Ribeiro diz que está sendo aplaudido por pais e professores pelas escolas por onde passa.
— A escola hoje consegue cumprir sua finalidade? Temos alunos que batem em professores, xingam, não conhecem o Hino Nacional, não sabem que foi Juscelino Kubitschek. Os alunos precisam conhecer seus direitos e deveres, ter respeito ao próximo, ter conhecimento sobre o papel das instituições e do Estado. Acho que a lei tem apoio popular.


stest 

Obs.: Professora Marcia Valeria : Vou me posicionar primeiramente conta a reportagem que colocou o REGIME MILITAR como ditadura e eu retirei. A disciplina é extremamente necessária para que nossos alunos aprendam a ter respeito  e amor a Pátria sim. É Lei e tem que ser cumprida que o HINO NACIONAL seja cantado toda quarta-feira com a Bandeira devidamente hasteada. Logo após dobrar a Bandeira com todo respeito merecido. 
Que os Professores comecem a pesquisar os SÍMBOLOS NACIONAIS, mesmo que não venham ser diretamente Professores dessa Disciplina. E quem selecionado for, que cumpra com sua OBRIGAÇÃO de forma LEAL e HONESTA e não doutrinando os alunos com suas Ideologias partidárias utópicas, que levaram nossos alunos a essa agressividade, falta de educação e conduta por já virem de casa sem  a Educação Moral e chegar na escola ter o aval de alguns doutrinadores. TODA REGRA TEM EXCEÇÃO. 
Dica para que a sala seja um ambiente confortável para o aprendizado é manter a Família informada de tudo, convida-los para participarem de algumas aulas, assim os alunos sentirão o CUIDADO que seus pais têm com eles e tudo facilitará a parte cognitiva e afetiva num todo. 


Sugestão de lembranças e convites 
para a Família

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domingo, 11 de março de 2018

Flórida aumenta idade para comprar armas, mas libera uso por PROFESSORES

Sob processo de lobistas, texto prevê também mais controle de vendas e saúde mental.


Massacre na escola de Parkland levou senadores da Flórida a reverem lei estadual sobre venda de armas - STRINGER / REUTERS
TALLAHASSEE, EUA — O governador da Flórida, Rick Scott, assinou nesta sexta-feira uma lei que impõe maior controle para a venda de armas no estado e estipula que alguns professores poderão ser armados nas escolas, provocando uma reação legal do principal grupo lobista pró-armas dos EUA. O projeto teve apoio das famílias das vítimas do tiroteio que, recentemente, deixou 17 mortos em Parkland. Até hoje, não estava claro se Scott aprovaria a medida, que já havia passado pelo Legislativo estadual depois de quase três semanas de um reaquecido debate sobre o controle de armas.



A legislação eleva de 18 para 21 anos a idade mínima para comprar armas e disponibiliza US$ 400 milhões para melhorar a segurança nas escolas e investir em tratamentos de saúde mental. Além disso, prevê um programa de voluntários que permitira a alguns funcionários das escolas portar armas e professores — estes, desde que sejam militares ou tenham experiência como agentes de segurança.
Grupo que comanda o lobby pelas armas nos EUA, a Associação Nacional do Rifle (NRA) anunciou que entrou com um processo federal logo após a promulgação da lei, afirmando ser ilegal a decisão de aumentar a idade mínima de compra das armas para 21 anos e aumentar controles.

— Este projeto de lei punirá os donos de armas que cumprem com a lei por causa dos atos criminosos de um indivíduo perturbado — criticou o diretor executivo do Instituto da NRA para Ação Legislativa, Chris W. Cox. — Dar segurança a nossas escolas e proteger os direitos constitucionais dos americanos não se excluem mutuamente.


Originalmente, o governador da Flórida havia apoiado as restrições à venda de armas e o reforço dos programas de saíde mental, mas não a permissão de porte de armas para funcionários. No entanto, justificou a mudança de posição — desafiando a NRA — com o fato de que os delegados e conselhos populares, que serão os responsáveis por decidir se as escolas poderão ou não ter funcionários armas, são escolhidos pelos eleitores.

— Meu foco está na aplicação da lei. Eles são treinados para isso — disse Scott a jornalistas. — Acredito que os professores deveriam ensinar. Ao invés de proibir armas específicas, temos que proibir pessoas específicas de comprar armas.
A nova legislação veio à tona cerca de um mês depois de um atirador entrar na escola Marjory Stoneman Douglas, em Parkland, na Flórida, com um fuzil semiautomático estilo AR-15 e abrir fogo, matando 17 pessoas, entre alunos e funcionários. O jovem Nikolas Cruz, que confessou responsabilidade pelo massacre, tinha 18 anos quando comprou legalmente o fuzil, disseram autoridades.

Um comitê da Câmara dos Deputados dos EUA aprovou uma legislação semelhante na semana passada, incluindo uma cláusula que permite aos xerifes criar programas voluntários para empossar funcionários de escolas como "delegados" armados, contanto que sujeitos à aprovação do distrito escolar e a um treinamento especial. O presidente Donald Trump expressou apoio ao controverso plano, também defendido pela NRA.


Leia mais: https://oglobo.globo.com/mundo/florida-aumenta-idade-para-comprar-armas-mas-libera-uso-por-professores-22474725#ixzz59U55PiAt 
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quinta-feira, 8 de março de 2018

PROFESSORA: HELEY DE ABREU SILVA BATISTA.


Dia 08 de Março, DIA DA MULHER!!!


Morreu salvando a vida de várias crianças na tragédia na creche em Janaúba.



Minha sincera homenagem a Família dessa Guerreira! #DiaDaMulher

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https://www.facebook.com/ensinarsemdoutrinar/


🌹 Mulher virtuosa quem a achará? O seu valor muito excede ao de rubis.🌹 Provérbios 31:10
É assim que Deus nos vê e que devemos ser. Para todas as mulheres de sua Família.
Parabéns hoje é sempre. Bom dia. Graça, Paz, Amo e Justiça Divina.
🍃🌸🍃 #mvc 🍃🌸🍃







ESTE É O SÍMBOLO QUE REPRESENTA A MULHER,

 FORA ELE É MENTIRA, CUIDADO!



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"Feministas não defendem mulheres,
feministas defendem feministas".

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"Feliz aquele que transfere o que sabe
e aprende o que ensina."
(Cora Coralina)

Feliz Dia das Crianças para todos!
Responsabilidade, Honestidade e Pontualidade faz parte de nossas vidas e temos que estar atentos para não pecarmos nessas áreas. Isso faz parte do ser adulto. Mas nada nos impede de sermos crianças em alguns momentos, principalmente na humildade e sinceridade. Só que a sinceridade as vezes ofende, pois as pessoas não estão preparadas para ouvirem a verdade, mesmo que venha da boca de uma criança.

Professora Marcia Valeria-2010.

CANAL - Professora Marcia Valeria

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16/11/2013 - 1.500.000 Acessos! Obrigada Senhor!




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